terça-feira, 15 de outubro de 2013

Nuvens que passam...

Como caindo numa falésia
Me sinto agora tonto e com amnésia
Não lembro como começou
Não lembro como terminou

No final do dia envolvo-me na sombra
Daquele luar que me projecta e assombra
Um eu que desconheço e renego
A minha alma a ti entrego

Esta paixão de história de cinema
Faz-me divagar e escrever um poema
Que reles poema este de uma triste alma
É a amarga doçura da tempestade calma

Sensação de perda, fracasso e derrota
Sem saber pra onde ir nessa trilha remota
Fecho os olhos quentes e adormeço
E sonho por quem eu mereço
publicado por joserio

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