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Em labores cansado, oh! que ventura!!!
Papel à mão… um lápis… e um quarteto
Começo a rebiscar, fico à procura
Da forma, o estro, tropos, que é o soneto!
Exórdio. E… “fico a enfiar água no espeto”
E eis batendo a água… ah! a pedra fura!:
É o estro!, é a imagem” - estou já um terceto.
Com mais seis versos… pronto!, vou findar,
Assim eu penso, mas de tudo esqueço,
Volto aos versos, e, passo a terminar
Mais um soneto e a alguém eu o ofereço.
Papel à mão… um lápis… e um quarteto
Começo a rebiscar, fico à procura
Da forma, o estro, tropos, que é o soneto!
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Nada eu encontro! - é a água em pedra dura!…Exórdio. E… “fico a enfiar água no espeto”
E eis batendo a água… ah! a pedra fura!:
É o estro!, é a imagem” - estou já um terceto.
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E agora!… Que fazer?! - Tal o começo,Com mais seis versos… pronto!, vou findar,
Assim eu penso, mas de tudo esqueço,
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Começo a trabalhar - oh! que tropeço!:Volto aos versos, e, passo a terminar
Mais um soneto e a alguém eu o ofereço.
Vitor Pereira da Silva
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